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O lugar da Universidade na vida do estudante

Publicado: Quinta, 02 de Junho de 2022, 16h24

Certamente, um dos momentos mais marcantes da vida é aquele em que recebemos a notícia de ter entrado na Universidade. Depois de noites em claro, livros, aulas, exercícios matemáticos, mapas, simulados, vídeo-aulas e muita força de vontade — isso sem falar sobre o Enem, e a checagem a cada 5 minutos da nota de corte no Sisu — finalmente recebemos a notícia de que conseguimos entrar em uma universidade pública, gratuita, de qualidade e amplamente reconhecida, para fazer o curso que escolhemos. Porém, ninguém imaginaria que, antes mesmo de conseguir conhecer o campus dessa universidade, aconteceria uma pandemia, que por sua vez, demandaria um distanciamento social e faria com que a grande maioria das atividades cotidianas fossem suspensas ou passassem a acontecer remotamente.

Esse cenário distópico, infelizmente, aconteceu, e embora o ingresso no ensino superior não tenha sido inviabilizado pelo modelo remoto, e as aulas continuaram acontecendo, com docentes que buscaram implementar essas mudanças da maneira mais eficiente e humanizada possível, com amparo de uma série de medidas para auxiliar nesse processo, ainda assim, algo do que faz uma experiência universitária ser uma experiência universitária propriamente dita, não pôde se concretizar, isto é, o aspecto corpóreo e físico dessa experiência.

E por corpóreo e físico, quando tratamos da UFABC, queremos dizer muita coisa. Desde estar presente nas salas de aula do Bloco A, no campus Santo André, ou no Alfa 1, no campus São Bernardo, olhando nos olhos de cada docente, acompanhando como gesticulam, como se deslocam para preencher o ambiente da sala de aula, e deixar ainda mais compreensível o conteúdo que estão ensinando; ir até a biblioteca, tocar os livros, descobrir obras que nem sabia que existia; ver as apresentações artísticas que estão sempre acontecendo pelo campus; conhecer pessoas novas e diferentes em cada corredor; ou até os menores detalhes dessa experiência, como ver a luz do sol iluminando aquelas construções; vê-las crescendo em meio à paisagem, conforme nos aproximamos delas.

Esse é apenas um recorte mínimo das inúmeras sensações que constroem e permeiam o lugar da Universidade, que não se estabelece apenas como ambiente de aprendizado ou de trabalho, mas também como um segundo lar.

Texto de Nathalia de Jesus, estagiária da Assessoria de Comunicação e Imprensa e estudante da UFABC.

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