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Trigésimo Segundo Boletim Epidemiológico da UFABC

Núcleo de Monitoramento e Testagem da UFABC apresenta quinto Boletim Epidemiológico de 2022 com dados da comunidade

 

Informes sobre retorno presencial na UFABC:

 

 

32º Boletim Epidemiológico da UFABC

Análise baseada em dados até 25/04/2022

Os dados obtidos dos bancos de dados públicos e pela testagem da comunidade UFABC apontam que o número de casos e hospitalizações teve queda substancial em relação ao final de janeiro e início de fevereiro e com uma leve queda em relação à março.  Assim, o patamar atingido nas últimas semanas é abaixo dos de dezembro do ano passado, antes da entrada da variante Ômicron.

Os dados de testagem das pessoas que têm frequentado os campi nas últimas duas semanas (informações detalhadas na tabela abaixo) mostram que a incidência na UFABC foi de 1100 casos por 100 mil pessoas por 2 semanas (30 casos positivos dentre os 2192 testes realizados).

Reforçamos que as propriedades biológicas de novas variantes são imprevisíveis, podendo apresentar algum escape à imunidade adquirida com as vacinas e maior capacidade de disseminação. Assim, segue sendo fundamental a manutenção das medidas de prevenção da transmissão do vírus. 

A principal medida de prevenção é o uso de máscaras de alta filtragem, ou seja, dos tipos PFF-2 e KN95. Nas últimas semanas tivemos pronunciamentos sobre a suspensão do uso obrigatório de máscaras em quaisquer ambientes no estado de São Paulo. Entendemos que tal desobrigação aumenta os riscos de transmissão do vírus, por isso, enfatizamos a importância do uso correto de máscaras e das medidas de distanciamento, que continuam vigentes na UFABC.

Na última quinzena, não houve eventos de provável transmissão dentro do campus. 

Para utilização em cálculo de índice de risco, seguimos utilizando os valores disponíveis para risco de hospitalização das linhagens anteriores de SARS-CoV-2, que é de 0,5% para indivíduos vacinados, na faixa etária prevalente na comunidade UFABC (para cálculo do índice de risco: o risco de hospitalização por infecção é de 0,5 em 100 e de 0,005 para cada infecção).

Com essas informações, o índice de risco calculado é de 2,2 para a fase 1 e de 22 para a fase 2.

Índice de Risco =  Incidência de SARS-CoV-2 na população x Casos secundários por caso introduzido x Risco de hospitalização por infecção

Índice de Risco =  1100 x 0,4 x 0,005 = 2,2/100.000 pessoas por 2 semanas

Os quadros abaixo apresentam os componentes que subsidiam o cálculo desse Índice de Risco. 

Índice de Risco na UFABC

(probabilidade de um indivíduo evoluir para um quadro clínico grave de Covid-19, caso seja infectado pelo SARS-CoV-2)

2,2  por 100 mil pessoas por 2 semanas

Risco de desenvolvimento de sintomas graves (hospitalização) em caso de infecção pelo SARS-CoV-2
(considerando pessoas vacinadas na faixa de 50-59 anos)

0.5%

Dados de monitoramento da pandemia na UFABC

Incidência de casos na comunidade UFABC

número estimado de casos (cálculo proporcional por 100 mil pessoas por 2 semanas)

1100

% por 2 semanas

1,1%

Detalhamento sobre as testagens na UFABC

Semana

Testes realizados

Detecção de testes positivos para SARS-CoV-2

19 a 25/03

1065

25

26/03 a 01/04

780

4

02 a 07/04

863

2

11 a 14/04

683

4

18 a 20/04

552

3

Para consultar os dados brutos, os gráficos e as análises detalhadas do Núcleo acerca dos componentes de cálculo do Índice de Risco, clique aqui

*O Índice de Risco é o valor calculado a partir dos dados variáveis de incidência de casos (na região e na UFABC), estimativa de transmissibilidade (casos secundários gerados a partir de um caso introduzido) e probabilidade de hospitalização (desenvolvimento de quadros clínicos graves de COVID-19). 

Fórmula do Índice de Risco: Incidência de casos x Transmissibilidade (casos secundários) x Risco de hospitalização (casos graves)

Registrado em: Boletins
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