UFABC 20 Anos: As Lutas Locais por uma Universidade Pública na Perspectiva dos seus Principais Protagonistas
Sidney Jard da Silvaᵃ*, Orlando Coelho Barbosaᵇ, Eliane Cristina da Silva Nascimentoᶜ
ᵃ Professor Titular do Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal do ABC (CECS/UFABC)
ᵇ Doutor em Psicologia Educacional pelo Programa de Pós-Graduação UNIFIEO e pesquisador do Programa Institucional de Fomento e Indução da Inovação da Formação Inicial e Continuada de Professores e Diretores Escolares com ênfase na Educação Integral (Prilei/UFABC)
ᶜ Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do ABC (PCHS/UFABC), membro do Grupo de Pesquisa Política, Políticas Públicas e Ação Coletiva (3PAC/CNPq) e Pedagoga da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
Resumo
Este artigo apresenta os resultados parciais de uma agenda de pesquisa mais ampla vinculada aos projetos “Uma Abordagem Interdisciplinar da Cidade Educadora” da Universidade Presbiteriana Mackenzie e “Direitos Humanos: dos fundamentos teóricos às tendências contemporâneas no nível local (cidades)” da Universidade Federal do ABC (UFABC), ambos realizados no âmbito do Programa Institucional de Internacionalização da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (PrInt/CAPES). O objetivo do trabalho é colocar em evidência, a partir da análise das memórias de seus protagonistas, a dimensão das mobilizações locais que culminaram na criação da UFABC. Realizamos uma reflexão sobre este movimento por educação superior pública, inclusiva e de qualidade no ABC Paulista por meio da perspectiva teórica da Pedagogia Social. Os resultados demonstram o caráter interdisciplinar e intersetorial do processo, cuja história pode ser tomada como um exemplo de participação social local na definição de políticas públicas e de fortalecimento da democracia em âmbito regional.
Palavras-chave: UFABC; ensino superior; democracia; participação; memória.
Abstract
This article reports partial results from a broader research agenda associated with the projects “An Interdisciplinary Approach to the Educating City” (Mackenzie Presbyterian University) and “Human Rights: From Theoretical Foundations to Contemporary Trends at the Local Level (Cities)” (Federal University of ABC – UFABC), both developed under the Institutional Program for Internationalization (CAPES/ PrInt). The study examines local mobilizations that led to the creation of UFABC, drawing on the memories of key actors. Using Social Pedagogy as a theoretical lens, it discusses the struggle for public, inclusive, and high-quality higher education in the ABC Paulista region. The findings highlight the interdisciplinary and cross-sectoral nature of this process, which serves as an example of local social participation in policy-making and the strengthening of democracy at the regional level.
Keywords: UFABC; higher education; democracy; participation; memory.
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ORCID ID https://orcid.org/0000-0003-3444-1763
Introdução
A discussão sobre a necessidade de oferta pública no ensino superior é histórica no Brasil e no início dos anos 2000 tal discurso voltou a ganhar espaço no âmbito federal, por meio de uma iniciativa de reforma universitária materializada no Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), implementado a partir de 2007. Em paralelo a este Programa outras iniciativas estavam em pauta, dentre elas a criação da Universidade Federal do ABC (UFABC), que foi concretizada antes do próprio Reuni, no ano de 2005.
A UFABC resultou de uma convergência singular entre dois movimentos, o “ABC de Lutas” representado por mais de 40 anos de tentativas para que esta região tivesse uma universidade e o “ABC da Ciência” representado pela proximidade que o modelo desta universidade tem com uma proposta de reforma universitária defendida pela Academia Brasileira de Ciências (ABC) naquele mesmo período (Zimerman; Jard da Silva; Oliveira, 2010, p. 2; Jard da Silva, 2012).
Diante deste contexto e em alusão à celebração dos 20 anos da UFABC, em 2026, este texto tem como objetivo colocar em evidência o “ABC de Lutas”, a dimensão das lutas locais que contribuíram para a sua criação e como surgiu a luta por uma universidade pública na região do Grande ABC. Consideramos que este movimento representou um exemplo de prática de participação social local na definição de políticas públicas, neste caso políticas de oferta de educação superior e que, portanto, também representa um exemplo de prática de fortalecimento da democracia em âmbito regional.
Notas metodológicas
O material utilizado como fonte para a pesquisa que deu origem a este trabalho foi o registro de entrevistas realizadas no âmbito do Projeto Conversando sobre a nossa história – UFABC 15 anos¹, que contou com a participação de alguns dos principais protagonistas do movimento aqui referido.
¹ As referidas entrevistas são de acesso público e estão disponíveis no canal da UFABC na plataforma YouTube
A construção do texto e a análise feita tiveram como referência os fundamentos da História Oral, na medida em que nos propomos a “estudar acontecimentos históricos, instituições, grupos sociais, categorias profissionais, movimentos, conjunturas etc. à luz de depoimentos de pessoas que deles participaram ou os testemunharam” (Alberti, 2005, p.18), mas também, trazemos uma breve reflexão sobre a possibilidade de fazer a leitura deste movimento, que foi um movimento local de luta por educação, a partir da perspectiva teórica da Pedagogia Social.
Por fim, é importante ressaltar que os resultados que aqui apresentamos são uma das muitas versões dos fatos e das narrativas sobre a luta local por uma universidade pública no ABC Paulista, construída a partir das memórias dos entrevistados e do nosso trabalho de reorganização de parte destes registros. Assim, concordando com Garnica (2013, p. 46), trata-se de “um outro texto na procissão de textos possíveis, sem a pretensão de uma significação singular”.
A região do Grande ABC e a luta por uma Universidade Pública
O sonho, a luta por ter uma universidade pública na região do ABC remonta ao ano de 1963, antes do período da ditadura brasileira, e envolveu diversos movimentos sociais, sindicais e estudantil (secundarista e universitário). A ditadura impôs uma interrupção brusca a estes movimentos, mas não um fim, pois no pós-ditadura a questão ressurge com força, com adesão de outros atores, como relata Silva (2021), “nós conseguimos consolidar grandes jornadas de luta com a Fundação ABC [...] uma parte do movimento secundarista [...] os sindicatos [...] a CUT incorporou, a regional ABC, o movimento social [...] o movimento estudantil [...]” e, inclusive, com uma estrutura delineada: “ressurge a chama da universidade aqui no ABC [...] mas ela ressurge como quarta Universidade Estadual do Estado de São Paulo – UEABC”.
Da esfera social este movimento se institucionaliza, pois passa a contar com o envolvimento dos Prefeitos da região, que aprovaram em todas as Câmaras Municipais do ABC e entregaram à Assembleia Legislativa de São Paulo a Carta em Defesa da Quarta Universidade Estadual de São Paulo. Tal Carta, conforme destaca Silva (2021), tinha “um peso social muito grande”, na medida em que congregou “os Prefeitos [...] o movimento sindical [...] a sociedade local [...] outras entidades”.
O projeto de lei, de autoria do então Deputado Estadual Luiz Carlos da Silva (Professor Luizinho), tramitou na Assembleia Legislativa de São Paulo², sendo aprovado em 7 de dezembro de 1994. No dia 2 de janeiro de 1995, um dia após tomar posse, a matéria recebeu um veto total do Governador Mário Covas, veto que foi rejeitado pela Assembleia em 2 de fevereiro de 1995 e seguindo a tramitação ordinária, o projeto foi publicado como a Lei nº 9.083, de 17 de dezembro de 1995³. A Lei nunca foi revogada, mas também não se concretizou e foi enviada para arquivo.
Em sua narrativa sobre este período, Rafael Marques lança luz sobre a atuação do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SMSBC) e como esta entidade adotou esta pauta como uma de suas bandeiras, na medida em que mobilizou entidades patronais a fim de discutir, dentro das empresas, quais eram as prioridades destas e dos seus trabalhadores, e dentre as questões elencadas como necessárias para a agenda da região do ABC emergiu a qualificação profissional tanto de nível técnico como superior, especialmente engenharias. Relembrando este momento, Marques (2021) destaca que “os trabalhadores no pé da máquina passaram a ter, a partir de um determinado ponto, a informação e apoiar que sim, era importante termos uma universidade pública na região”.
Esgotadas as possibilidades no âmbito estadual, houve a passagem da ideia para o âmbito federal. Conforme Luiz Silva (2021), envolveram-se nesta empreitada ele e os então deputados federais Celso Daniel e Ivan Valente. A ideia foi apresentada ao governo Fernando Henrique Cardoso, mas não foi bem recebida e o ponto de inflexão desta inércia política se deu com a eleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando já na primeira audiência com os Prefeitos do ABC declarou “vamos fazer a universidade” e “constitui-se um Núcleo para ver o processo de organização do Projeto da construção da nossa universidade” (Silva, 2021).
Dos relatos de pessoas que participaram deste momento histórico é possível perceber, e é digno de nota, que houve uma aproximação de atores que representavam segmentos distintos da sociedade civil no entorno desta mesma causa, o que demonstra o significado que tinha para a região do ABC Paulista a instalação de uma universidade pública no seu território.
²Projeto de Lei nº 0481/1992 que autoriza o Poder Executivo a criar a Universidade Estadual do Grande ABC. Disponível em:<https://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=80295> Acesso em: 10 novembro 2021.
³Disponível em:<https://www.al.sp.gov.br/norma/11736> Acesso em: 10 novembro 2021.
Universidade Federal do ABC como materialização do “ABC das Lutas”
A Universidade Federal do ABC foi criada em um momento em que houve uma convergência entre discussões no âmbito da Academia, nas quais pesquisadores e cientistas questionavam a universidade brasileira e refletiam sobre novas possibilidades, e o início de um novo mandato presidencial, que se mostrou comprometido com a expansão e a abertura para a transformação do ensino superior, questões evidenciadas nas entrevistas selecionadas para este trabalho.
Neste sentido, Fernando Haddad, Ministro da Educação à época, afirma que a iniciativa de criação da UFABC “dialoga com a comunidade local, que queria uma universidade pública e fazia jus a isso [...] mas não foi só isso porque nós tínhamos que responder também os anseios da comunidade científica [...] também dos estudantes que não entravam na universidade pública” (Haddad, 2021)⁴. Luiz Bevilacqua, membro da ABC, coordenador da equipe de concepção do projeto pedagógico da UFABC e seu segundo reitor, sintetiza os fatores que contribuíram para a criação da Universidade: “a total abertura do governo do Presidente Lula e dos Ministros [...] a disposição de muitos professores [...] em apoiar novas iniciativas, havia uma sensação de que estava se esgotando todo o sistema clássico de formação universitária” (Bevilacqua, 2021). Já Adalberto Fazzio, também membro da ABC, e terceiro reitor pro tempore da instituição, pondera que “existiam duas partes da gênese da UFABC. Primeiro, a região do ABC [...] [que] há muito tempo vinha reivindicando uma universidade” e o modelo “de Angra dos Reis [proposta da Academia Brasileira de Ciências]” (Fazzio, 2021).
⁴ Haddad relata que iniciou as atividades no ministério tendo como uma das suas tarefas “dobrar vagas na educação superior [...] ou expandindo as vagas das universidades já criadas [...] ou criando instituições novas” (Haddad, 2021).
Ao longo do tempo as dimensões do “ABC das Lutas” e do “ABC da Ciência” foram se entrelaçando e se transformaram em uma força motriz para os que estavam envolvidos na proposta do que viria a ser a UFABC, conforme demonstra o relato de Adelaide Faljoni-Alario, membra da equipe de concepção do projeto pedagógico e segunda vice-reitora da Universidade, que relembra que quando da defesa da proposta junto ao legislativo federal (Câmara e Senado) “sempre era levado o Projeto Político-Pedagógico da Universidade [...] a gente sempre elencava as sete cidades, a importância [...] então, a gente tinha argumentos para defender o projeto” (Faljoni-Alario, 2021).⁵
Em síntese, os testemunhos evidenciam que o processo histórico de criação da UFABC representou algumas rupturas: no âmbito estadual ampliou a presença de instituições públicas de ensino superior no Estado de São Paulo, no âmbito acadêmico experimentou a implantação de um novo modelo de formação e de universidade, e no âmbito regional iniciou um processo de rompimento do distanciamento entre a universidade e o seu entorno, a comunidade local.
⁵ Para uma discussão mais profunda sobre o projeto pedagógico da nova Universidade e suas políticas de inclusão social e regional ver Jard da Silva, Pinezi e Zimerman (2012)
Discussão e Considerações
O processo de pesquisa, as ações descritas neste artigo, as memórias aqui registradas, estão envoltas em um processo pedagógico que, consideramos, pode ser compreendido pelo referencial de uma área ainda em construção no Brasil – a Pedagogia Social – que integra conhecimentos da Educação Popular, da Educação Sociocomunitária e da Educação Social situadas, todas, numa perspectiva que observa a educação como utópica, onde utopia é considerar um ideal e buscar alçá-lo por meio das mais diversas ações, considerando o caráter interdisciplinar e intersetorial de suas práticas (Gadotti, 2012; Ribeiro, 1986).
Ao observar o movimento que culminou na criação da UFABC, identificamos seu caráter interdisciplinar e intersetorial, na medida em que representou a convergência de utopias de atores, individuais e coletivos, oriundos de diversas áreas do conhecimento e de diversos segmentos sociais e políticos (Jard da Silva, 2023; 2021).
Porém, para melhor compreender por que consideramos este processo de luta por educação como um processo ímpar de ação baseada, mesmo que não intencionalmente, em princípios da Pedagogia Social é preciso situar que assumimos a perspectiva de Gadotti (2012) na qual adjetivar a Pedagogia como social significa colocar em questão a educação baseada nos princípios do capitalismo que subvaloriza o social, ou seja, como defende o autor “não se trata apenas de uma nova tendência nas correntes da história das ideias pedagógicas. Trata-se de um novo paradigma” (Gadotti, 2012, p. 27). Nesta perspectiva de mudança paradigmática onde a educação é social e não econômica é que compreendemos que se deu o processo de lutas locais que permitiu a comunidade do ABC Paulista garantir, mesmo que parcialmente, o acesso ao ensino universitário público, gratuito e de qualidade na região.
Por fim, ao apresentarmos este momento histórico que resultou no desenvolvimento de um projeto educacional utópico de universidade pública no ABC Paulista, esperamos ter contribuído com nossas reflexões, ainda que breves, para o registro e memória das lutas sociais (ABC das Lutas) e das lutas pedagógicas (ABC das Ciências) no processo de elaboração e consolidação do projeto da Universidade Federal do ABC, cuja história exemplifica um paradigma de participação social local e de fortalecimento regional da democracia.
Agradecimentos
O presente trabalho é o resultado do encontro virtuoso entre dois programas institucionais de internacionalização CAPES-PrInt: “Uma Abordagem Interdisciplinar da Cidade Educadora” da Universidade Presbiteriana Mackenzie e “Direitos Humanos: dos fundamentos teóricos às tendências contemporâneas no nível local (cidades)” da Universidade Federal do ABC. Somos gratos à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) pelo apoio técnico e financeiro para a realização de ambos as pesquisas.
Referências Bibliográficas
- Alberti, V. Manual de História Oral. 3ª edição. (Editora FGV, 2005).
- Brasil. Reestruturação e expansão das Universidades Federais. Diretrizes Gerais. (Ministério da Educação, 2007). Disponível em: http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/diretrizesreuni.pdf. (Acesso em: 9 março 2013).
- Brasil. Decreto n° 6.096, de 24 de abril de 2007. Institui o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – REUNI. Presidência da República. (Diário Oficial da União, 25 abril 2007).
- Gadotti, M. Educação popular, Educação Social, Educação Comunitária: conceitos e práticas diversas, cimentadas por uma causa comum. Revista Diálogos: IV Congresso Internacional de Pedagogia Social: Domínio Epistemológico. 18, 10-32 (2012).
- Garnica, A. V. M. Cartografias Contemporâneas: mapa e mapeamento como metáforas para a pesquisa sobre formação de professores de Matemática. ALEXANDRIA Revista de Educação em Ciência e Tecnologia. 6, 35-60 (2013).
- Jard da Silva, S. Memorial Acadêmico. (Universidade Federal do ABC, 2023).
- Jard da Silva, S. O ABC das Greves. O Estado de São Paulo, São Paulo, 28 jun. 2012. Opinião, p. A2.
- Jard da Silva, S., Pinezi, A. K. M. & Zimerman, A. Ações afirmativas e inclusão regional: a experiência da Universidade Federal do ABC. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. 93, 147-165 (2012). DOI: https://doi.org/10.24109/2176-6681.rbep.93i233
- Ribeiro, D. Universidade para quê? (Editora Universidade de Brasília, 1986).
- Zimerman, A., Jard da Silva, S. & Oliveira, V. E. A expansão do campo das políticas públicas na universidade brasileira: o caso da UFABC. Temas de Administração Pública. 6, (2010).
Entrevistas
- Bevilacqua, L. [Entrevista concedida ao] Projeto Conversando sobre a nossa história – UFABC 15 anos. (UFABC, 15 julho 2021). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vXSt8r1cPrM. (Acesso em: 1 novembro 2021).
- Faljoni-Alario, A. [Entrevista concedida ao] Projeto Conversando sobre a nossa história – UFABC 15 anos. (UFABC, 16 setembro 2021). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=fQdor73aMz0. (Acesso em: 2 novembro 2021).
- Fazzio, A. [Entrevista concedida ao] Projeto Conversando sobre a nossa história – UFABC 15 anos. (UFABC, 17 junho 2021). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=xXbRyY0NAs0. (Acesso em: 1 novembro 2021).
- Haddad, F. [Entrevista concedida ao] Projeto Conversando sobre a nossa história – UFABC 15 anos. (UFABC, 2 junho 2021). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=DVCX08Kq92w. (Acesso em: 30 outubro 2021).
- Jard da Silva, S. [Entrevista concedida ao] HH Filosófico do Costa Matos. (UFABC, 1 dezembro 2021). Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=VpWkfPXdeR8&t=2542s. (Acesso em: 10 agosto 2025)
- Marques, R. [Entrevista concedida ao] Projeto Conversando sobre a nossa história – UFABC 15 anos. (UFABC, 24 junho 2021). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_Kq6naZmdns&t=2446s. (Acesso em: 30 outubro 2021).
- Silva, L. [Entrevista concedida ao] Projeto Conversando sobre a nossa história – UFABC 15 anos. (UFABC, 21 maio 2021). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=lq1OsIMEEAQ. (Acesso em: 29 outubro 2021).
Artigo da Edição 40 do Informativo PesquisABC.
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