O novo perfil da Educação de Jovens e Adultos no Brasil
Em estudo realizado com outros pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC) e da USP, Pierro procurou estimar o público potencial da EJA em sete municípios da Região Metropolitana de São Paulo: Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Iniciada em 2024 com financiamento da FAPESP, a pesquisa identificou a existência de 700 mil pessoas com 18 anos ou mais que não finalizaram a educação básica e poderiam estar matriculadas na modalidade de ensino. Desse total, 60% não concluíram o ensino fundamental e 40% o ensino médio. “A esse contingente soma-se um grupo de mais de 13 mil adolescentes de 15 a 17 anos, ou seja, em idade de escolarização obrigatória, que abandonaram a escola antes de terminar a educação básica e poderiam retornar ao sistema educacional por meio da EJA”, contabiliza a pesquisadora.
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