20 de novembro: a história e as lutas
O Dia de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro como homenagem à data da morte de Zumbi dos Palmares, é uma marca da luta, resistência e das contribuições da população negra na construção de um Brasil soberano. O feriado nacional não apenas nos permite celebrar a riqueza da cultura dos povos pretos que transformam o país, mas também reconhecer o passado para, assim, transformar o presente e o futuro.
Mas, afinal…
- O dia 20 de novembro, como dia de Zumbi e da Consciência Negra, foi concebido em 1971 e só se torna feriado nacional em 2023. Como essa construção foi feita?
- No esforço de reflexão sobre um passado (e presente) violento, o reforço desse imaginário negativo poderia ser uma forma de opressão em si mesma?
- Como é possível valorizar a história do povo preto no Brasil, dentre tantos obstáculos institucionais?
- Considerando que o termo racismo estrutural tem ganhado força nos últimos anos, como podemos entender o que ele significa?
- A partir de quais ações, nas esferas institucional, comunitária e individual, podemos atuar por uma sociedade mais antirracista?
Para falar sobre essas e outras questões, conversamos com o professor da UFABC Acácio Sidinei Almeida Santos.
Possui graduação e mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP/SP) e pós-doutorado pela Faculdade de Saúde Pública / USP. Foi coordenador do Núcleo de Estudos Africanos e Afro-brasileiros - NEAB/UFABC e professor da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB. Hoje, é professor da UFABC e coordena o Projeto de Qualificação de Trabalhadoras Domésticas, uma parceria da UFABC com o Ministério do Trabalho e Emprego.
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